Semana da Caatinga: IMA realiza trilha e Ecocine no sertão de Alagoas

Atividades sensibilizaram a população sobre a preservação da vegetação e fauna local
 
Dálet Vieira
 
O bioma Caatinga ocorre exclusivamente no nordeste brasileiro. O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) celebra o dia 28 de abril durante toda a semana, com ações no sertão alagoano em parceria com Instituições e secretarias municipais.
 
Na terça-feira (26), foi realizada uma trilha na Pedra da Torre, no município de São José da Tapera. Os alunos da Escola Estadual Caboclo puderam adquirir mais conhecimentos sobre a fauna e a vegetação que eles vêem no cotidiano. 
 
Em alguns trechos, os técnicos do IMA e representantes do Instituto SOS Caatinga abordaram um pouco mais sobre a flora, os impactos ambientais e a importância de preservar esses ambientes que são refúgio de animais silvestres. “Fiquei feliz em saber que existe o dia da caatinga e gostei muito de conhecer um lugar tão interessante e bonito”, relatou Vanilza Matos, estudante e moradora local.

Trilha na Pedra da Torre em São José da Tapera. Foto: Ascom IMA

 
Dando continuidade as atividades na quarta-feira (27), já no município de Piranhas, alunos da Escola Municipal Nossa Senhora da Saúde junto à comunidade local, participaram de um Ecocine com documentários especiais sobre a caatinga. Um momento de descontração, mas que levou informações diversas acerca do lugar onde eles vivem. 
 
Na mesma atividade, o sargento Almir Neves, do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), expôs animais taxidermizados e conversou com a comunidade sobre as leis ambientais e o tráfico de animais.
 
Simone Menezes, professora do município de Piranhas, explica que as atividades desenvolvidas foram importantes para destacar as riquezas locais e a preservação delas.

Ecocine na praça com estudantes e comunidade local. Foto: Ascom IMA/AL

 
“Foi um momento muito enriquecedor não só para os alunos, mas para todos os presentes. Pois foram apresentadas muitas informações sobre a nossa região e o riquíssimo bioma que é a caatinga”, expôs a professora. 
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