Técnicos do IMA/AL avaliam situação do Riacho Doce

A foz, localizada na praia de mesmo nome, tem sido impactada por águas contaminadas oriundas da ocupação desordenada

Os técnicos da equipe de Gerenciamento Costeiro do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) estiveram, na manhã desse domingo (21), na praia de Riacho Doce, próximo à foz do rio de mesmo nome, onde uma enorme mancha se espalhou, no sábado (20), chamando a atenção dos moradores.

Devido ao movimento da maré, a água suja havia se dissipado, mas como o problema é reincidente no local, ficou evidente que, além do movimento natural de correntes e consecutivo represamento que acontece em parte da foz do rio, há um problema de acúmulo de água contaminada devido à ocupação desordenada em quase toda a margem.

Acontece que em determinados momentos esse represamento se desfaz, liberando a água contaminada que consecutivamente causa a mancha. A mesma situação aconteceu nos anos de 2018 e 2017, quando os técnicos do órgão ambiental comprovaram que a tendência é que a situação piore, caso não sejam tomadas providências necessárias para ordenar a ocupação nas áreas por onde o Riacho passa.

Além disso, ainda há o temor de que possa haver contaminação das águas por rejeitos do aterro sanitário de Maceió, licenciado e fiscalizado pelo poder executivo municipal.

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